O estudo aponta que apenas 17,5% das empresas que recorreram ao instituto desde 2013 conseguiram efetivamente se reestruturar e permanecer em operação.
Na reportagem, Ayoub analisa os dados e chama atenção para aspectos que devem ser considerados na avaliação da efetividade da recuperação judicial, instrumento criado para viabilizar a superação da crise econômico-financeira e preservar empresas viáveis.
A matéria integra a edição do Valor Econômico desta sexta-feira, 11 de setembro.
Confira a matéria no link: https://lnkd.in/d7D6wweR